Estamos bem STOP a Leonor esteve doente com a 5ª doença STOP 3 dias de febre alta STOP mais 3 de manchas no corpo STOP já está tudo bem, mas a mãe dela começou as aulas à noite STOP tempo escasso para tudo STOP
Outro assunto... STOP gostei imenso do nosso encontro STOP de rever e conhecer meninas STOP e meninos :) STOP Temos de repetir com mais tempo!
UFA STOP
Beijocas STOP
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Tuesday, September 30, 2008
Monday, September 15, 2008
Voltámos das férias
As últimas deste verão...
Voltámos mais morenas, cheias de palavras novas e birrentas :)
Estivemos nos Algarves e até apanhámos bom tempo.
A Leonor aproveitou para juntar mais umas letras e brincar na areia.
A pá é a "quelhér" (colher) e não vale a pena tentarmos dissuadi-la disso.
Aproveito para falar de um assunto de segurança: a cadeirinha do carro.
A Leonor ainda anda virada ao contrário. Dado que são as indicações do site da APSI e os estudos feitos demonstram que as crianças devem andar viradas para trás até aos 4 anos.
Para mim a segurança é daqueles temas aos quais dou MUITA importância.
A minha irmã virou a cadeira do meu sobrinho para a frente aos 15 meses porque dizia que ele enjoava porque andava voltado para trás. Ele vomitava muito no carro antes de ficar com as infecções urinárias. Não me perguntem porquê, mas acontecia... acontece que ele continuou a vomitar, mas a minha irmã achou que era muito menos (eu continuo a achar que foi psicológico, que ela apenas se convenceu que assim foi para justificar o acto).
Mas voltando ao que interessa...
Imaginando que vamos no carro A a 60 km/h e vem uma "besta" (carro B) e nos bate por trás a 100 km/h. A velocidade do impacto é de 40 km/h (velocidade do carro B menos a velocidade do carro A).
A criança está voltada para trás e a cabeça vai para a frente e depois volta para trás.
Agora vamos no carro A a 60 km/h e vem uma besta no carro B a 100 km/h a ultrapassar selvaticamente numa zona sem visibilidade... o embate é frontal... a velocidade do impacto é de 160 km/h ! (velocidade do carro A mais a velocidade do carro B).
A criança está voltada para trás... o impacto empurra a cabeça para trás e esta está apoiada na cadeirinha.
A criança vai voltada para a frente. No primeiro caso a cabeça está protegida a 40 km/h e no segundo caso a cabeça vai para a frente a 160 km... e depois vem para trás... já lesionada.
A cabeça em proporção, relativamente ao tamanho do corpo, é muito maior que a de um adulto.
O que eu acho impressionante é principalmente a resistências dos adultos a uma coisa tão óbviamente protectora das crianças...
Ela refila mais porque não nos vê... e então? Se ela gostar vou deixá-la andar no meio da estrada? É claro que não! Então porque devo eu tentar a sorte?
Estivemos nos Algarves e até apanhámos bom tempo.
A Leonor aproveitou para juntar mais umas letras e brincar na areia.
A pá é a "quelhér" (colher) e não vale a pena tentarmos dissuadi-la disso.
Aproveito para falar de um assunto de segurança: a cadeirinha do carro.
A Leonor ainda anda virada ao contrário. Dado que são as indicações do site da APSI e os estudos feitos demonstram que as crianças devem andar viradas para trás até aos 4 anos.
Para mim a segurança é daqueles temas aos quais dou MUITA importância.
A minha irmã virou a cadeira do meu sobrinho para a frente aos 15 meses porque dizia que ele enjoava porque andava voltado para trás. Ele vomitava muito no carro antes de ficar com as infecções urinárias. Não me perguntem porquê, mas acontecia... acontece que ele continuou a vomitar, mas a minha irmã achou que era muito menos (eu continuo a achar que foi psicológico, que ela apenas se convenceu que assim foi para justificar o acto).
Mas voltando ao que interessa...
Imaginando que vamos no carro A a 60 km/h e vem uma "besta" (carro B) e nos bate por trás a 100 km/h. A velocidade do impacto é de 40 km/h (velocidade do carro B menos a velocidade do carro A).
A criança está voltada para trás e a cabeça vai para a frente e depois volta para trás.
Agora vamos no carro A a 60 km/h e vem uma besta no carro B a 100 km/h a ultrapassar selvaticamente numa zona sem visibilidade... o embate é frontal... a velocidade do impacto é de 160 km/h ! (velocidade do carro A mais a velocidade do carro B).
A criança está voltada para trás... o impacto empurra a cabeça para trás e esta está apoiada na cadeirinha.
A criança vai voltada para a frente. No primeiro caso a cabeça está protegida a 40 km/h e no segundo caso a cabeça vai para a frente a 160 km... e depois vem para trás... já lesionada.
A cabeça em proporção, relativamente ao tamanho do corpo, é muito maior que a de um adulto.
O que eu acho impressionante é principalmente a resistências dos adultos a uma coisa tão óbviamente protectora das crianças...
Ela refila mais porque não nos vê... e então? Se ela gostar vou deixá-la andar no meio da estrada? É claro que não! Então porque devo eu tentar a sorte?
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